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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Nos dias 15 e 16 de maio de 2009 fomos em viagem a São Paulo para uma conferência. Tratou-se basicamente sobre a programação dos cultos de domingo. Impressionou-me a organização dos americanos palestrantes quando nos informaram durante os dias da conferência que eles programam o domingo em que irão ministrar ao Senhor com até 8 semanas de antecedência. Tudo é programado. E isso inclui músicas a ser ministradas e palavra que será pregada. Obviamente os pregadores são indicados com a mesma antecedência. Deixou em meu coração um alerta aceso sobre os nossos cultos de ceia principalmente aos domingos pela manhã, quando iniciamos o culto às 09h00 e encerramos por volta das 12h30. Esse talvez poderia ser o primeiro culto a adotarmos uma postura de programá-lo. Fomos confrontados com algumas coisas de extrema importância como o caráter do artista, o coração do artista e as nossas reais motivações. Foram momentos muito importantes para todos nós. Saí daquela conferência amando mais intensamente a nossa Igreja. Temos o privilégio de fazer parte de uma igreja que está a alguns passos adiante quando o assunto se trata de organização de eventos. Glória a Deus por isso. Também, no quesito de artes estamos caminhando a passos largos rumo à busca do que seria o ideal, e acredite: eu acho que falta muito para alcançarmos o que poderíamos chamar de “ideal”. Tive também uma visão mais ampla do nosso pastor Márcio. O apoio que recebemos em algumas áreas são importantes para o nosso crescimento e pudemos observar que ele está atento. Falta muito ainda, mas acredito que estamos no caminho. Ao falarmos sobre a conferência durante nossa viagem de volta, todos concordamos que talvez o culto da ceia ministrado no primeiro domingo do mês pela manhã seja o primeiro que deva receber uma nova roupagem, pois, a proposta de iniciá-lo às 09h00 é exatamente para se ter tempo de ministrar a ceia, mas o que atualmente vemos é a ceia ser espremida em 5 minutos e avisos e outros momentos tomarem mais de uma hora da ministração, que deveria ter um foco completamente diferente. De tudo, o que mais gostei foi a companhia e confraternização do grupo participante. Aqueles momentos foram edificantes e inesquecíveis para mim. Abraços. ZAQUEL LOPES
Grupo de Louvor - Aliança

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